O jovem mestre ficou viciado em flertar: a esposa é demais

O jovem mestre ficou viciado em flertar: a esposa é demais

Autor: A árvore-da-cânfora não floresce

O novo livro “O tesouro no coração do Jovem Mestre Jun, para onde a esposa vai correr?” já foi lançado~ Na noite em que renasceu, para sobreviver, ela saltou para o carro dele, o pressionou sob si e o ameaçou com uma faca: “Me salve!” O olhar do homem se estreitou perigosamente: “Mulher, você tem muita coragem!” Na vida passada, ela foi pressionada com força pelo pai canalha e pela madrasta; ao ganhar uma nova chance, acabou sendo pressionada com ainda mais força por aquele homem! A mulher disse: “Eu quero liberdade!” O homem respondeu: “Implore para mim!” A mulher disse: “Eu quero liberdade!” O homem voltou a sorrir de forma malévola: “Implore para mim!” A mulher ficou tão irritada que rangia os dentes: Espere só! Naquela mesma noite, o homem foi provocado até pegar fogo por todo o corpo e rugiu com raiva: “Mulher, diga o que eu devo fazer!” A mulher, vitoriosa, sorriu: “Implore para mim!” (renascimento, romance de vingança, leitura viciante)

O jovem mestre ficou viciado em flertar: a esposa é demais

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300capítulos Capítulo

1. Capítulo 1: Renascida na mesa de cirurgia

Na Capital Imperial, no Hospital do Grande Amor Eterno, dentro de uma sala de cirurgia totalmente equipada, a luz cirúrgica sem sombras incidia diretamente sobre a jovem inconsciente sobre a mesa operatória.

A pele já naturalmente alva da moça tornava-se quase translúcida sob a iluminação.

Seu semblante sereno fazia-a parecer um anjo caído do céu.

De súbito, a jovem na mesa de cirurgia abriu os olhos de repente.

Eram olhos de beleza arrebatadora, negros sem a menor impureza; um brilho límpido e profundo, tão deslumbrante quanto um mar de estrelas.

Mas, se alguém visse aqueles olhos naquele instante, certamente soltaria um grito.

Pois, nesses olhos capazes de parecer fundidos a um universo inteiro, duas finas linhas vermelhas, como descargas elétricas, corriam velozmente de um lado a outro de suas pupilas.

A luz cirúrgica no teto incomodava profundamente os olhos de Bai Qianchi.

Ela virou levemente a cabeça para o lado, evitando encarar a claridade acima de si.

Ao abrir os olhos novamente, o vermelho já havia desaparecido, e seus olhos voltaram a ser aquele par de estrelas cintilantes em que bastava um único olhar para se perder.

O forte cheiro de desinfetante a fez hesitar. Ao fitar os diversos instrumentos médicos ao redor, Bai Qianchi ficou atônita.

A mesa cirúrgica, gelada sob seu corpo, fez com que franzisse as sobrancelhas instintivamente.

O que estava acontecendo? Não tinha ela sofrido um acidente de carro?

Será que não havia morrido e alguém bondoso a levara ao hospital?

Impossível

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