Em 2001, os diretores de arte do país avançavam em sucessão rumo a Cannes, Berlim e Veneza. Os grandes nomes do cinema comercial se dedicavam a filmar superproduções para conquistar as bilheterias globais. Nesse momento, Fang Nan ainda se arrastava de um set a outro como dublê, começando como figurante de ação até se tornar um diretor de primeira linha mundial!...... P.S.: [Entretenimento chinês, renascimento, diretor, sem sistema, sem check-in] [Esta história é puramente fictícia]
Capítulo 1: Má sorte
Fang Nan, que acabara de despertar, estava meio atordoado.
Ele, que estava comendo fondue e cantando, tinha transmigrado de alma?
Pois bem, se era para transmigrar, que fosse.
Estava prestes a chegar à meia-idade, sem parentes nem amigos; encontrar uma bênção dessas, uma transmigração de alma, não era exagero dizer que era como o Primeiro Imperador tocando num fio elétrico: vitória esmagadora.
Mas será que não podiam arranjar um cenário de entrada um pouco melhor?
O que significavam, afinal, os estampidos de artilharia e os gritos de matar que o cercavam?
Com o rosto virado para baixo, de bruços numa cratera de bomba, Fang Nan, embora profundamente irritado, empurrava sem alarde a lama podre do chão para cobrir a própria cabeça.
“Se eu conseguir sobreviver a esta provação de vida ou morte, terei confiança para continuar vivendo neste mundo desconhecido”, pensou ele.
Infelizmente, o céu nem sempre atende aos desejos humanos.
O diligente Fang Nan, que se enterrava com afinco, acabou mesmo descoberto. Com o cano de uma arma encostado nas costas, todo o seu corpo se contraiu de súbito.
“Baka! Levanta as mãos, não finja de morto.” Uma voz aguda veio de trás.
Respirando fundo duas vezes, sem ter para onde fugir, Fang Nan ergueu lentamente as mãos. Apoiando-se no chão com os cotovelos, ajoelhou-se e se virou. Então lançou um olhar ao magricela que o apontava com a arma.
Um fuzil Arisaka Tipo 38?
Um japonês?
Ao perceber que o dono original daquele corpo estava, na verda