"Chamo-me Wu Song, poderia dizer-me se aqui vendem vinho?" Quando um homem robusto trajando roupas antigas e empunhando um bastão de madeira apareceu à porta da hospedaria, Li Yu, que se preocupava com a falta de freguesia, ainda não fazia ideia de que sua vida estava prestes a sofrer uma transformação deslumbrante... (Autor do aclamado romance gastronômico de quatro milhões de palavras "Chega de fingir, sou o Deus da Culinária e estou revelando tudo", qualidade garantida, aproveite sem receios.)
No final de setembro, o clima esfriou visivelmente.
Nas profundezas do Vale do Canto dos Pássaros, uma área turística da cidade de Yinzhu, Li Yu empurrou a porta de madeira de estilo antigo da pousada e saiu para o pátio. Mesmo tendo trocado para um moletom forrado, o vento frio que soprava após a chuva ainda o fez encolher o pescoço involuntariamente.
Do lado de fora do portão do pátio, o som insistente de batidas continuava a ecoar.
— Já vai, já vai!
Ele apressou o passo até o portão, com um leve traço de dúvida em seu rosto bonito. Tudo estava úmido após a chuva, quem viria para a montanha nesse momento? Será que o desgraçado do Sun Facai tinha voltado?
Sun Facai era o dono do Vale do Canto dos Pássaros e também amigo de infância de Li Yu. Meio ano atrás, Li Yu foi persuadido por ele a vender sua fábrica de doces, que ia razoavelmente bem em Pequim, e ainda pegou um empréstimo de alguns milhões no banco para construir uma pousada de estilo antigo no ponto mais afastado do parque.
Na época, achou que era um negócio promissor: assim que o parque fosse inaugurado, bastaria o fluxo de turistas para lotar a pousada.
Mas, para sua surpresa, quando a pousada terminou de ser reformada e ele esperava só pelo dia de abertura, Sun Facai desapareceu sem deixar rastros, deixando Li Yu numa situação difícil.
A pousada, construída com milhões de investimento, estava prestes a virar prejuízo puro.
"Se for mesmo o Sun Facai, vou dar uns bons chutes nele antes de qualquer coisa. Desgraçado, ainda por cima some do nada, me deixa